Há algum tempo, fui diagnosticada com Transtorno Afetivo Bipolar (TAB). É uma doença mental que afeta o paciente e o deixa passar por momentos difÃceis. É como se o humor funcionasse como uma balança (mania e depressão) e o tratamento fosse o "fiel".
Há os que contam com uma rede de apoio e esclarecimentos a respeito de tratamento psicológico e psiquiátrico.
A sociedade, em sua maior parte, se interessa pouco ou quase nada. Infelizmente alguns precisam estar doentes ou conviver com alguém assim para serem empáticos.
O meu objetivo é fazer com que aquele bipolar que não sai da cama, por não ter motivo para viver, leia pelo menos uma frase do que escrevi, e se identifique com a história, e viva, no sentido mais genuÃno do verbo.
Ou para aquela pessoa, cansada de explicar o seu diagnóstico, não se machuque mais, aprenda que dizer não é necessário e que hoje já existem meios para esclarecer qualquer dúvida.
Ou para aquele que foi hospitalizado porque achou que não concluiria o curso superior. Deu certo, no final, mas que não volte a duvidar de si a esse ponto.
O meu post abre uma caixa com pequenas pÃlulas de humor, feitas a partir de histórias reais, que tenho como provar, por causa das testemunhas.
E não, não estou romantizando a doença. Só os bipolares sabem os feitos e efeitos disso tudo. Mas, tentar levar tudo com mais riso, ainda que de vez em quando, quebra o preconceito que nós, bipolares, temos a respeito de nós mesmos e dos nossos tratamentos!
PÃlulas são dadas para aliviar um sofrimento, causado por doenças, as mais variadas.
Espero que as minhas pÃlulas curem a tristeza de um dia difÃcil ou façam você refletir sobra a vida. Não têm contraindicação!

.jpeg)